012015 — convicção
Uma década de convicção.
Escrevemos o nosso framework de Security by Design em 2015 — by design, by default — quando a engenharia segura era ainda uma disciplina, não um mercado. Praticámo-la em cada vaga desde então: AppSec, DevSecOps, Secure SDLC, e as normas e regulações que se seguiram.
02hoje — enchente
O problema inverteu-se.
Na altura, o difícil era que a orientação mal existia. Hoje é o contrário — há demais. SSDF, SAMM, ASVS, CIS, as regulações: dezenas de frameworks, milhares de requisitos sobrepostos, espalhados por documentos que nenhum engenheiro consegue abarcar. A lacuna já não é conhecimento. É saber o que fazer, e quando — e conseguir prová-lo.
03a resposta — ToE
A Theory of Everything.
O SbD-ToE é a resposta à enchente: normalizámos 31 fontes e 4.000+ claims num único modelo bounded e rastreável — para que os engenheiros saibam exatamente o que fazer, quando, com um ID verificável por trás de cada requisito. Sem slides vagos. Consolidação e racionalização, mantidas open source — as it should be.
04entrega — MCP
Entregue no ponto de mudança.
E nada diz shift left mais do que o agente — e o engenheiro — ter exatamente a informação de que precisa, exatamente quando precisa: governado, central, completo, determinístico. É isso que o MCP faz: entrega a regra certa ao role certo no ponto de mudança, citando IDs reais, sem inventar.
Há uma década, o framework que ainda não existia. Hoje, a consolidação que existe — aberta, rastreável, e entregue onde o trabalho acontece.