Produto Enterprise · §02

My MCP Tools

O servidor MCP próprio da organização, a servir o Knowledge Graph privado. Agentes, IDEs e PR-bots respondem com os IDs internos — não apenas com os do manual público — no point of execution.

Fronteira comercial do open-core: o MCP genérico é livre; servir o contexto e o estado da organização é o produto.

Onde o pipeline aterra

Normas internas → manual custom → KG → MCP → point of execution.

Um manual que humanos lêem fica numa wiki. Os agentes não lêem wikis — chamam MCP. O My MCP Tools é o último passo do pipeline: pega no KG da organização e entrega-o exactamente onde o trabalho acontece — com o mesmo protocolo determinístico, two-band, coverage-preserving do MCP público; nunca inventa. Ver o pipeline a montante →

No IDE

O developer pede a regra de auth interna; recebe o requisito com o ID interno, no ficheiro certo.

No PR

O bot audita a mudança contra o KG — cita evidence patterns e práticas reais, com IDs internos.

No agente

Architect, QA, AppSec, DevSecOps, GRC — cada agente chama tools com uma role-skill afinada aos papéis internos.

No pipeline

Gates de CI/CD consultam o KG: o que está em falta, com que ID, e qual a evidência esperada.

Mantido atualizado

O mesmo pipeline, do lado do serviço.

O Knowledge Graph fica a montante — é onde as regras vivem e são governadas. O MCP serve uma versão fixada (pinned) desse KG. Nunca segue às cegas o último estado: cada actualização é governada e verificada.

Por isso 'My MCP Tools' é um serviço gerido e contínuo — não uma instalação única.

  1. §01

    A regra muda

    Política nova aprovada, manual re-configurado ou norma externa actualizada. O evento é registado a montante, no KG.

  2. §02

    O KG re-compila

    Nova destilação coverage-preserving, SHACL re-validado, snapshot imutável, aprovação humana registada.

  3. §03

    O MCP re-sincroniza e valida

    Re-pin do snapshot, verificação de integridade, smoke tests, deploy. Só depois passa a servir a regra nova.

  4. §04

    As role-skills regeneram

    Quando a fonte muda, as role-skills dos agentes são regeneradas — sem desalinhamento silencioso entre o KG e o que o agente devolve.

O que a organização recebe

Um servidor MCP afinado ao KG interno, integrado nos IDEs e agentes que a engenharia já usa. As regras próprias entregues a quem precisa, quando precisa — a operacionalização da governança, não slides.

  • Servidor MCP custom
    Mesmo protocolo, mesmo determinismo, mesma resposta two-band (data + next) — afinado ao KG e ao snapshot internos.
  • Integração IDE & agentes
    Claude, Cursor, Copilot, Windsurf, Zed. PR bots, gates de CI, agentes internos.
  • Role-skills da organização
    13 papéis de base (Developer, Architect, QA, AppSec, DevSecOps, GRC, …) afinados aos controlos e fluxos internos.
  • Telemetria de uso
    Quem chama o quê, em que role, com que frequência. A adopção deixa de ser opinião.
  • Snapshots privados
    O KG nunca sai do perímetro. Cada versão é uma release imutável servida pelo MCP. Auditoria reproduzível.
  • Lifecycle gerido
    Regra muda → KG re-compila → MCP re-sincroniza e valida → agentes servem a regra nova. Governado, não automático às cegas.

Falta o passo a montante?

O My MCP Tools depende de um KG. Sem ele, começa-se pelo My SbD Knowledge Graph — o substrato que torna o MCP determinístico.